sábado, 11 de abril de 2020

A Batalha das Correntes

© IMDb 

Filme com roteiro baseado em fatos reais, onde até o século XIX o fogo era usado como principal meio de iluminação, utilizando óleo de baleia e outros materiais para manter postes de iluminação pública e lampiões acesos.

Depois da criação da lâmpada, Thomas Edison disputa com George Westinghouse onde ficou conhecida "a batalha das correntes que dá nome ao filme, onde defende a utilização de corrente contínua e Westinghouse defende a corrente alternada para ser utilizada na distribuição de energia.  

A eletrodinâmica é o assunto de física mais cobrado nas provas e o conhecer o contexto histórico do desenvolvimento dessa área com esse filme eletrizante, para aprender e descontrair. Na onde aborda a lendária disputa, conhecida pelo mesmo nome, envolvendo a ascensão da distribuição de eletricidade nos Estados Unidos, no final do século XIX.
 
Dessa disputa no século 19 surgiram avanços no campo elétrico que prepararam o mundo para os avanços técnicos do século 20 e, acabou surgindo a sigla AC/DC (Alternating Current/Direct Current com um pequeno raio no meio).

Um outro grande momento do filme foi a colagem de imagens de Muybridge, que inspirou Edison a criar o cinetoscópio e servem como um interlúdio para o surgimento do cinema.

Tudo isso nos mostra a necessidade voraz dos seus personagens de criar, realizar e construir com resultados bem eletrizantes que foram muito importante para a distribuição de energia que temos hoje. Nota 6 (0 a 10)

Sinopse

No final do século XIX, uma disputa entre o empresário e inventor, Thomas Edison (Benedict Cumberbatch), com notoriedade pela comercialização da lâmpada incandescente, buscando ganhar espaço no mercado através da corrente contínua como opção para a distribuição de energia elétrica, e George Westinghouse (Michael Shannon), também empresário e inventor, defensor do uso da corrente alternada. 

Tudo isso ficou conhecida como "a batalha das correntes" sobre como deveria ser feita a distribuição da eletricidade. Edison fez uma campanha pela utilização da corrente contínua, enquanto Westinghouse defendia a corrente alternada.

Ao contratar o jovem imigrante sérvio Nikola Tesla (Nicholas Hoult), inicialmente funcionário de Edison, foi ignorado e enganado, partindo em busca de patrocínio e apoio às suas diversas ideias acerca da eletricidade, firmando uma parceria com Westinghouse para a construção de um motor de corrente alternada.

Sabemos que a corrente contínua possui desvantagens na transmissão de eletricidade, sofrendo perdas consideráveis de potência ao longo de cabos. Em contrapartida, com o auxílio de transformadores, a corrente alternada é eficiente em transmissões a longas distâncias, com uma menor perda de potência. Isso, juntamente com o menor custo da corrente alternada, colocou a companhia de Westinghouse à frente da disputa com Edison. Edison, então, passa a sabotar a corrente alternada frente à mídia, propagando a ideia de que é uma corrente perigosa, e dá continuidade à Batalha das Correntes com métodos questionáveis.

O inventor da primeira versão comercializável da lâmpada incandescente e do fonógrafo, também defensor da corrente alternada. O verdadeiro herói popular americano, Thomas Alva Edison avisa: “Aqui fazemos uma invenção menor a cada dois dias e uma invenção revolucionária a cada seis meses. Resolva cinco problemas para os quais ainda não achei solução, e você estará garantido”. 

A autoconfiança e uma formidável mente criativa eram as marcas de Thomas Edison. Nikola Tesla também era um inventor, físico e engenheiro elétrico. Tesla é famoso pelas contribuições para o projeto do sistema de eletricidade de corrente alternada e por invenções que até hoje chamam a atenção da cultura popular.

Edison, entretanto, passou os anos 1880 engalfinhado com o magnata George Westinghouse nessa “batalha das correntes” na disputa por contratos de iluminação elétrica das cidades americanas. Edison propunha a corrente contínua, mais segura porém cara e trabalhosa, enquanto Westinghouse defendia a corrente alternada, mais barata e de instalação simples, mas então alardeada como letal. Edison não hesitou em jogar sujo contra o honrado Westinghouse — a quem a história dará razão?! Quem assistir verá !!!

Elenco

Benedict Cumberbatch as Thomas Edison
Michael Shannon as George Westinghouse
Oliver Powell as Leo
Katherine Waterston as Marguerite Westinghouse
Nancy Crane as Gladys
Liza Ross as Beti
Tim Steed as Maurice Manesburg
David Morley Hale as Frederick Worthington
Amy Marston as Annabelle Worthington
Robert Jezek as Mr. Faulk
Abigail Johns as Emily Faulk
Tom Bell as Reverendo Vincent
Giles Terera as Elijah McCoy
Samuel Dutton as Mr. Burton
Stanley Townsend as Franklin Pope
Sophia Ally as jovem Dotty Edison
Tuppence Middleton as Mary Edison
Woody Norman as jovem Dash Edison
Tom Holland as Samuel Insull
Matthew Macfadyen as J. P. Morgan
Dominic Coleman as Mordomo da Casa Branca
Corey Johnson as Presidente Chester A. Arthur
Nicholas Hoult as Nikola Tesla
Emma Davies as Dorothy Brookes
Nigel Whitmey as Doutor Grandoff
Simon Manyonda as Lewis Latimer
Katy Poulter as Hannah
Provence Maydew as Jayne
Celyn Jones as Sherman Quincy
Iain McKee as Reporter
James Chalmers as Delegado de Dakota
Joseph Balderrama as Horace Kaden
Harry Melling as Benjamin Vale
Craig Roberts as Robert Lane
Craig Conway as Warden Durston
Simon Kunz as Womack

Curiosidades

- O orçamento do filme foi de US$ 30 milhões de dólares e arrecadou US$ 11,66 milhões.

- As principais invenções de Edison foram: lâmpada incandescente, estrada de ferro eletromagnética, câmera cinematográfica, bateria de carro elétrico, fonógrafo, rodas de borracha.

- No filme relata que ele contribuiu para o desenvolvimento da cadeira elétrica com dados para voltagem da mesma para execução de presos condenados.

- Em 21 de outubro de 1879, o norte-americano Thomas Edison aperfeiçoava e tornava comercializável a lâmpada incandescente, desde então a nossa vida nunca mais foi a mesma! Nesse dia também sua invenção brilhou pela primeira vez por 48 horas seguidas. 

- Talvez Thomas Edison tenha baseado a sua criação nos desenhos de Humphry Davy, um dos inventores que colaborou com a invenção da lâmpada. Pois em Humphry em 1809, colocou uma tira fina de carbono entre os dois pólos de uma bateria, criando um fugaz arco, que se tornou a base que sustenta o funcionamento de uma lâmpada e Edison aperfeiçoou. 

- A batalha ainda inspirará o nome de uma grande banda de rock iniciada nos anos 1970 chamada AC/DC.

A sigla AC/DC (Alternating Current/Direct Current com um pequeno raio no meio) significa que a corrente DC (Corrente Alternada) em um circuito elétrico circula em um só sentido e possui dois pólos, um negativo e um positivo. Já a corrente AC (Corrente Contínua) circula em dois sentidos alternadamente, ora em um, ora em outro, e não possui pólos e sim fases. As baterias, por exemplo, utilizam a corrente DC que é encontrada geralmente em locais que requerem baixo nível de tensão. Já as residências, empresas e outros tipos de construções utilizam a corrente AC.

Ficha Técnica

Título no Brasil: A Batalha das Correntes 
Título Original: The Current War  
País de Origem: EUA / Rússia / Reino Unido  
País de Produção: Reino Unido
Gênero: Biográfico / Drama 
Tempo de Duração: 108 minutos
Ano de Lançamento: 2017
Cor: Color
Áudio: Inglês e Português (ambos 5.1 Dolby Digital)
Legendas: Inglês e Português
Tela: 16:9 Widescreen
Estúdio: Bazelevs Production, Film Rites, F. com, F. F. Prod., L. Ent. e T. W. Company
Distribuição: The Weinstein Company
Direção: Alfonso Gomez-Rejon
Roteiro: Michael Mitnick  
Edição: Justin Krohn e David Trachtenberg  
História: Michael Mitnick 
Direção de Arte: Mark Scruton
Direção de Fotografia: Chung-hoon Chung
Desenho de Produção: Jan Roelfs   
Decoração de Cenário: Lucy Eyere 
Elenco: Ellen Lewis e Theo Park   
Figurino: Michael Wilkinson  
Maquiagem: Nora Robertson 
Música Original: MDanny Bensi, Volker Bertelmann, S. Jurriaans e Dustin O'Halloran    
Efeitos Sonoros: Oliver Tarney 
Efeitos Especiais: Caimin Bourne
Efeitos Visuais: Angela Barson
Produção: Timur Bekmambetov, Basil Iwanyk, Matthew Patnick e Adam Ackland

Co-Produção: Jayne Sullivan,  Georgette Turner, M. Mitnick, M. Wolkoff e S. Zaillian
Produção Executiva: G. Basch, A. Sidman, B. Weinstein, B. Cumberbatch e M. Scorsese

terça-feira, 7 de abril de 2020

Automan

© Automan 

Seriado com roteiro criado pelos mesmos produtores do Tron. Um super-herói gerado por computador pelo seu criador humano, um programador de computador que criou um programa artificialmente inteligente de combate ao crime na cidade.  

Esse super ser gerado por um holograma é conhecido como Automan (Homem Automático) que emula e foi baseado conscientemente nas características estilísticas dos personagens do filme 'Tron' da Walt Disney Pictures. Só que no contexto de uma série de TV de super-heróis. 

Automan: O Super-herói digital que antecipou o futuro dos games e da realidade virtual!

A série AUTOMAN marcou uma geração ao unir ficção científica, ação policial e e tecnologia de ponta em plena era analógica! Criada por Glen A. Larson - o mesmo criador de clássicos como Knight Rider (A Super Máquina) e Battlestar Galactica -, a série trouxe à TV um conceito ousado: um super-herói gerado por computador!

A história gira em torno de Walter Nebicher, um programador policial que cria um programa de inteligência artificial tão avançado que... ele se materializa no mundo real! Surge então o Automan - um ser digital com corpo brilhante, visual futurista e poderes incríveis, como entrar e sair de sistemas eletrônicos, voar e dirigir um carro que faz curvas em 90 graus perfeitos (e quase sempre levando o parceiro humano a gritar de susto!).

Com um visual neon que lembrava o estilo do filme TRON (1982), a série encantava pelas suas cenas com efeitos visuais inovadores para a época, mesmo com as limitações tecnológicas dos anos 80. E quem não se lembra do Cursor? A bolinha de luz flutuante que criava objetos do nada como um simples traço no ar - um verdadeiro sonho digital!

Uma das séries mais inovadoras dos anos 80. Um programa de computador avançado com inteligência própria, que gerava um holograma chamado "CURSOR", que por sua vez materializava o Automan. 

Embora tenha durado apenas uma temporada, AUTOMAN virou cult com o passar dos anos, sendo lembrada com carinho por fãs de tecnologia, ficção científica e nostalgia oitentista. Uma série que chegou antes do seu tempo - literalmente - antecipando temas que hoje fazem parte do nosso cotidiano, como inteligência artificial, realidade aumentada e avatares digitais. 

No Brasil foi transmitido pela TV Record, Rede Manchete e Rede Globo nas tardes de domingo com o mesmo nome. 

Automan é uma série de televisão americana de super-herói e ficção científica que foi ao ar por 12 episódios na TV (embora 13 tenham sido produzidos). E sim, foi ótimo! É difícil acreditar que com tão poucos capítulos nos deixaria tantas memórias. Apesar de ter assistido poucos episódios nos anos 90 quando passou, mas que assisti todos agora, pois descobri um site que estava todos os episódios.

Se você curte séries retro com aquele charme geek raiz, AUTOMAN é um verdadeiro tesouro escondido que merece ser (re)descoberto!

Sinopse

O oficial de policia do Departamento de Polícia de Los Angeles Walter Nebicher (Desi Arnaz Jr.) enfrentava o crime nas ruas. Mas infelizmente seu chefe, o capitão E. G. Boyd (Gerald S. O'Loughlin), um tecnofóbico que não gostava de computadores, considerava mais o tenente Jack Curtis (Robert Lansing) como o tipo de policial que era mais ideal para estar nas ruas do que Walter. 

Boyd, também não queria ver Walter nas ruas. Assim, Walter teve que enfrentar o crime a seu próprio modo, numa sala de computadores, onde ele é perito especialista da computação do departamento, usando o computador para descobrir dados das pistas dos crime. Mas o seu avançado conhecimento de eletrônica, leva Walter a fazer experiências com o que se instituiu chamar de holograma, uma palavra muito sofisticada para definir uma imagem tridimensional que, quando aperfeiçoada pode chegar a parecer real. Eu sou real. Aliás, na verdade, com suficiente carga de força posso chegar a ser real. Foi o que praticamente me trouxe a este mundo.

Walter Nebicher gerou uma nova forma de vida de "energia", a partir do desenvolvimento de uma inteligência artificial tão poderosa que é capaz de trazer ao mundo real um holograma que se assemelha a "Tron": seu corpo brilha com padrões geométricos em néon azul.

Ele cria um programa especial chamado Automan, uma construção artificialmente inteligente que parece real, soa real e, com energia suficiente, pode ter uma presença física real fora do computador que parece real. Juntos, Walter e Automan, juntamente com o Cursor, um pequeno dróide flutuante que pode criar qualquer objeto que o Automan precise, combatem os elementos criminosos da cidade.

Esse programa de computador materializa um holograma vivo no mundo físico na forma do ser conhecido como Automan, mas sua identidade é Otto J, Mann (Chuck Wagner), um agente governamental que ajuda Walter em suas investigações contra o crime. A amiga e confidente de Walter, Roxanne Caldwell (Heather McNair) era a única que acabou descobrindo sobre ele. O resto do seu pessoal acreditava que Automan era amigo de Walter do FBI.

Automan é uma extensão ambulante e falante do computador de Walter. Ele tem todos os tipos de poderes. Ele pode pensar e se mover em super velocidade, aparecer do nada, balas não podem machucá-lo e ele até brilha no escuro. Mas quando se trata de comportamento humano, ele tem muito a aprender ainda.

Esse traje do Automan é feito de circuitos reluzentes que cobre praticamente todo o corpo, dos pés ao pescoço, e mantinha uma cabeça humana normal; Havia alguns momentos engraçados quando ele vestia roupa comum e era questionado por seu "colarinho reluzente". Ele é acompanhado por um Cursor (pronuncia-se "cúrsor" na dublagem brasileira), uma bola de luz flutuante. 

O Cursor podia desenhar no ar com feixes de luz. O Cursor era seu companheiro, um poliedro flutuante e móvel que podia "desenhar" e gerar objetos físicos, conforme necessário. Objetos que eram desenhados por estas linhas de luz se tornavam materiais e funcionavam normalmente (em teoria, um princípio muito parecido ao anel do Lanterna Verde, mas com um efeito visual muito mais interessante). Estes objetos brilham com um padrão parecido ao próprio Automan, e chegam até a violar algumas leis da física. 

As formas mais comuns adotadas foram um carro (o Auto Car), um avião e um helicóptero, os quais poderiam desafiar as leis da física.

O Lamborghini Countach que dirige Automan só pode girar em ângulos retos, porque Walter usou um algoritmo que tirou do jogo PacMan. Por causa de grandes quantidades de energia, o Automan surge à noite, quando o consumo de energia da cidade diminui, e coopera com Departamento de Polícia.

Automan e Cursor geralmente só se materializam a noite, dada a tremenda quantidade de energia para mantê-los. Automan podia disparar relâmpagos pelas mãos, e era invulnerável a balas e explosões. Ele também podia se fundir (processo que eles chamavam de "mixar") com Walter Nebicher num só ser e manter o pensamento de ambos, compartilhando consciência e habilidades, mantendo a invulnerabilidade de Automan. 

Elenco

Desi Arnaz, Jr. as Walter Nebicher
Chuck Wagner as Automan / Otto J. Mann
Robert Lansing as Jack Curtis
Gerald S. O'Loughlin as E. G. Boyd
Heather McNair as Roxanne Caldwell

Cursor as Cursor
K.C. Winkler as  The Blonde
Scott Marlowe as Robert Sawyer
Mary Crosby as Ellen Fowler
Clu Gulager as Rudolph Brock
Patrick Macnee as Lydell Hamilton
Laura Branigan as Jessie Cole
Dennis Cole as Roger Crandall
John Ericson as Woody Oster
Ed Lauter as Michael Hagedorn
Richard Lynch as xerife Clay Horton
Kristen Meadows as Ellie Harmon
Jeff Pomerantz as tenente Malcom Whittaker
Robert Sampson as Henry Innis
John Vernon as Carlos Rayner
Michael Callan as Kevin Mayhew
Don Gordon as Leonard Martin
Steven Keats as Collins
Greta Blackburn as Gretchen Lewis
Robert Dunlap as Chuck Wilson 

Episódios

Episódio #1 [Automan - Automan] (15/12/1983): um nerd de computador cria um "homem" holográfico chamado "Automan" (Automatic Man) e o usa (e seu carro holográfico e um cursor falante) para ajudar a resolver crimes.

Episódio #2 [Staying Alive While Running a High Flashdance Fever - Mantendo-se Vivo Durante a Execução de uma Febre do Flashdance] (22/12/1983): quando um informante que fornece informações sobre a tentativa da máfia de comprar um cassino em Las Vegas é sequestrado, Walter e Automan investigam registros eletrônicos e descobrem que a trilha leva a um juiz influente que por acaso é o melhor amigo do comissário de polícia.

Episódio #3 [The Great Pretender - O Grande Fingidor] (29/12/1983): para se tornar um criminoso, Automan assume o disfarce do Sr. Otto, um mafioso que decide assumir seus negócios, fazendo com que todos os seus associados o desertem.

Episódio #4 [Ships in the Night - Navios na Noite] (05/01/1984): um homem de negócios desaparece em San Cristobal, então Curtis e Roxanne são enviados para encontrá-lo. Walter descobre que outros desapareceram e eu fui encontrado morto, então ele e Auto correm para avisá-los.

Episódio #5 [Unreasonable Facsimile - Fac-símile Irracional] (12/01/1984): um acidente de helicóptero leva um empresário a procurar possíveis peças defeituosas. Ele é morto e parece um assalto. Enquanto isso, Walter pede a Auto que olhe para algumas fitas de perfil criminal, mas ele vê uma novela e percebe que nunca sentiu amor ou paixão.

Episódio #6 [Flashes and Ashes - Flashes e Cinzas] (19/01/1984): o amigo de Walter, Frank Cooney, é morto por colegas policiais que roubam um arsenal. No entanto, eles fazem parecer que ele era o ladrão, então Walter faz sua própria investigação para provar o contrário.

Episódio #7 [The Biggest Game in Town - O Maior Jogo da Cidade] (26/01/1984): Ronald Tilson, um ex-especialista em informática da cidade demitido por peculato, ameaça a cidade de Los Angeles com caos e destruição total, se suas exigências de resgate não forem atendidas. Walter e Automan precisam descobrir quem está por trás dessas demandas.

Episódio #8 [Renegade Run - Corrida Renegada] (05/03/1984): o xerife torto Horton tenta forçar o motociclista Chico Fuentes a assinar mais da metade de sua terra para que o xerife possa dirigir imigrantes ilegais na fronteira. Fuentes é preso e forçado a trabalhar manualmente. Automan e uma gangue de motoqueiros precisam vir ao resgate.

Episódio #9 [Murder MTV - Assassinato na MTV] (12/03/1984): Sid Cole, produtor e gerente da nova banda de rock "Sweet Kicks" de sua filha, é chantageado. Uma explosão sacode um videoclipe e cabe a Walter e Automan descobrir quem está por trás disso.

Episódio #10 [Murder, Take One - Assassinato, Pegue Um] (19/03/1984): a ex-estrela de cinema Veronica Everly é suspeita do assassinato do colunista de fofocas Keith Gillette. Automan descobre que um produtor de Hollywood, Michael Hagedorn, tem um motivo maior para o assassinato, pois Gillette descobriu que Hagedorn estava financiando um filme com dinheiro da droga.

Episódio #11 [Zippers - Clube Zippers] (26/03/1984): Automan se disfarça como stripper em um clube de strip para mulheres. Os dançarinos exóticos Gary Baxley e seu parceiro Stanley são suspeitos de causar impressões em cera das chaves dos proprietários e assaltar suas casas quando estão fora.

Episódio #12 [Death by Design - Projeto Mortal] (02/04/1984): quando um amigo de Jack, outro policial, é morto enquanto trabalha com ele, eles pensam que o assassino é um assassino profissional, mas, devido à evidência insuficiente, eles não podem segurá-lo. No entanto, Walter propõe um plano para convencer o homem a contratá-lo, plantando histórias sobre outros criminosos que escaparam da acusação por causa de detalhes técnicos ou provas insuficientes e que acabaram sendo mortos por um vigilante. E quando um repórter suspeita que é Jack, Walter faz Auto posar como um policial desonesto. E Jack descobre que o assassino está trabalhando para um agiota que está tentando ...

Episódio #13 [Club Ten - Clube Dez] (25/08/1984): Walter, Automan e Roxanne viajam para um resort exclusivo do Caribe chamado Clube 10. Roxanne recebe uma mensagem de pânico de seu amiga escritora desaparecida. Eles descobrem que o contrabando de diamantes é feito utilizando de raquetes de tênis.

Curiosidades

- 15 de dezembro de 1983 foi ao ar nos EUA, o primeiro episódio da série AUTOMAN.

- O traje de Automan parecia brilhar na tela devido ao seu tecido refletivo desenhado pela 3M. O tecido era composto de minúsculas bolas reflexivas e era capaz de refletir quase 100% da luz que brilhava nele (a técnica havia sido usada vários anos antes nas fantasias kryptonianas de Superman). O traje também tinha placas altamente polidas anexadas a ele para fornecer a aparência holográfica, todas aprimoradas na pós-produção através de efeitos de chromakey.

- O Autocar e o Autochopper foram os veículos mais comuns criados para o transporte. Cada veículo apareceria ou desapareceria como uma sequência de wireframes desenhados pelo Cursor e era preto com tiras de fita refletiva presas neles. O Autocar era um Lamborghini Countach LP400 que era capaz de fazer curvas de 90 graus sem perder o controle e ultrapassar apenas por esticar, em vez de girar. No entanto, passageiros humanos que não estavam devidamente presos em seus assentos costumavam ser jogados para dentro com o impulso da mudança repentina de posição. O Autochopper era um Bell Jetranger capaz de pousar em qualquer lugar. O programa também apresentava um avião e uma motocicleta futuristas, enquanto outros episódios apresentavam uma pistola e uma guitarra distintas.

- Outra característica proeminente de Automan era a capacidade de "envolver-se" em torno de Walter como um meio de protegê-lo. Eles apareceriam como uma pessoa, mas, como Walter estava dentro de Automan, ele inadvertidamente acabaria falando em duas vozes.

- No entanto, o uso excessivo de eletricidade de Automan muitas vezes significa que ele sofreria com falta de energia durante o dia, então ele raramente era ativo sob a luz do sol.

- No episódio "Murder MTV" a participação da cantora e atriz Laura Branigan, já falecida.

- Walter Nebicher vivido pelo ator Desi Arnaz Jr., é filho na vida real da comediante Lucille Ball (do seriado I Love Lucy).

Ficha Técnica

Título no Brasil: Automan  
Título Original: Automan 
País de Origem: EUA
País de Produção: EUA  
Gênero: Ficção Científica / Policial 
Tempo de Duração: 44-82 minutos (Episódio) / 557 minutos (Episódios)
Ano de Lançamento: 15/12/1983-2/04/1984
Temporada: 
Episódios: 13
Cor: Color
Áudio: Inglês, Português e Espanhol (ambos 5.1 Dolby Digital)
Legendas: Inglês, Português e Espanhol
Tela: 16:9 Widescreen
Estúdio: 20th Century Fox, The Kushner-Locke Company e Glen A. Larson Productions
Distribuição: ABC
Direção: Kim Manners, W. Kolbe, L. H. Katzin, G. Bettman, A. Burns, B. Claver, A. Crosland Jr., B. Seth Green e Allen Baron 
Roteiro: Glen A. Larson, Sam Egan, Doug Heyes Jr., Larry Brody, M. S. Baser, D. Garber, B. Kalish, P. Perine, G. Trueblood, K. Weiskopf, S. Willens, B. Reisman e J. A. Schwartz 
Edição: Gene Ranney, I. Rosenblum, J. J. Dumas, H. Stambler, D. Berlatsky, Al Breitenbach e Buford F. Hayes
História: Glen A. Larson  
Direção de Arte: Russell C. Forrest
Direção de Fotografia: Frank Thackery e Frank Beascoechea 
Desenho de Produção: Dann Cahn
Decoração de Cenário: Robert Wingo, Richard Wineholt, R. G. Freer e R. C. Furginson
Elenco: Rachelle Farberman, Sally Powers e Mike Hanks
Figurino: Jean-Pierre Dorléac
Maquiagem: No
Música Original: Stu Phillips, M. Stevens, P. T. Meyers, Ken Harrison e J.A.C Redford     
Efeitos Sonoros: S; Ramirez, J. Holsen, M. O'Corrigan, R. Taylor, G. V. e B. Voigtlander
Efeitos Especiais: Donald Kushner e Daniel Kushner  
Efeitos Visuais: David M. Garber 
Produção: Donald Kushner e Peter Locke
Co-Produção: Harker Wade
Produção Executiva: Glen A. Larson e Larry Brody  

quinta-feira, 26 de março de 2020

Apollo 13: Do Desastre ao Triunfo

© IMDb 

Filme com roteiro baseado no livro Lost Moon: The Perilous Voyage of Apollo 13, de Jim Lovell e Jeffrey Kluger, a história verídica da desastrosa missão Apollo 13, da NASA. Nota 6 (0 a 10)

Sinopse

A superstição com o número treze traz má sorte. Mas a NASA, agência espacial do governo americano, não tinha escolha. A nave seguinte à Apollo 12 só poderia mesmo se chamar Apollo 13. Não seria razoável esperar um sinal de superstição por parte daqueles que apenas nove meses antes, em 20 de julho de 1969, haviam levado o homem à Lua, dando “um gigantesco passo para a humanidade”, na frase famosa do astronauta Neil Armstrong, o comandante da Apollo 11. Assim, a NASA lançou a sua nave número treze, a terceira programada para pousar no satélite da Terra. Colocada na ponta do foguete Saturno 5, de 110 metros de altura (o tamanho de um prédio de 35 andares), ela partiu às 13h13min13s do dia 11 de abril de 1970, do Centro Espacial Kennedy, na Flórida. O número 13 aparecia ainda em dezenas de lugares no cronograma da missão, como nos horários de refeição e de descanso. Foi um corajoso desafio ao número do azar. Mas não deu sorte. A missão foi cheia de imprevistos, como o afastamento de um astronauta um dia antes da decolagem e um incêndio durante os testes de abastecimento do Saturno 5. Por fim, houve a explosão que destruiu peças importantes e impediu o pouso na Lua, colocando em risco a volta dos seus três tripulantes à Terra.

A saga dos náufragos do espaço que sobreviveram e voltaram para casa reacendeu o interesse pelo projeto Apollo. O mundo todo ficou em suspense. Os problemas da Apollo 13 começaram ainda em Terra. Um dia antes da decolagem, uma suspeita de rubéola tirou da equipe o piloto Ken Mattingly. Às pressas, Jack Swigert foi chamado para o seu lugar e completou a tripulação ao lado de Fred Haise, o outro piloto, e do veterano Jim Lovell, comandante da missão. Mas a dor de cabeça que se mostraria decisiva foi um dos dois tanques de oxigênio da nave. Durante os testes, o gás liquefeito não saía do tanque na quantidade devida. Os técnicos consideraram que a falha não se repetiria no espaço e, em princípio, tinham razão: um ou outro defeito é mera rotina. Do ponto de vista dos técnicos da Nasa, na verdade, tudo corria muito bem. Tanto que, nos primeiros momentos do voo, mandavam mensagens brincalhonas à Apollo, reclamando de tédio. 

Na noite de 13 de abril, às 21h08 (hora de Houston), o tédio acabou. O tanque de oxigênio explodiu e mandou para o espaço um lado inteiro do módulo de serviço, com cerca de quatro metros de comprimento. O motivo é que, entre os testes e o lançamento, os construtores aumentaram a voltagem do aquecedor elétrico que forçava o oxigênio a sair do reservatório. Com isso, a temperatura passou largamente dos 25,5 °C previstos, chegando a mais de 500 °C, porque o controle automático também pifou, e o oxigênio expandiu-se até explodir o tanque. A 330 000 quilômetros da Terra, as luzes de alarme se acenderam. Foi quando Jack Swigert, e não Lovell, que muitos consideram o autor da frase, disse: “Houston, estamos com um problema aqui”. Num primeiro momento, os astronautas não perceberam a gravidade do caso: no vácuo o som não se propaga e eles ouviram a explosão como se fosse apenas a batida de uma porta. Até que Jim Lovell olhou por uma janela e falou: “Alguma coisa está vazando... É algum tipo de gás”. Era oxigênio. Que não servia apenas para respirar: misturado com hidrogênio, gerava eletricidade. Também gerava água para beber e para a refrigeração.

A decisão era inevitável e frustrante: a missão estava acabada. Restava outra missão, muito mais difícil e inédita: fazer a nave avariada voltar para a Terra e salvar os astronautas. Para os náufragos do espaço, a única chance de sobrevivência era buscar refúgio no “bote salva-vidas”, o módulo lunar. Lovell, Haise e Swigert desligaram os equipamentos e saíram do módulo de comando Odissey. Depois deveriam voltar, pois só o Odissey era reforçado o bastante para aguentar a reentrada na atmosfera terrestre. Por isso, as suas baterias de emergência, suficientes para os momentos finais do regresso, foram poupadas. O módulo lunar da Apollo 13 (conhecido como Aquarius) tinha oxigênio em quantidade suficiente para os três. Mas a energia elétrica e a água haviam sido planejadas para duas pessoas e teriam que ser economizadas. Cortou-se, assim, o suprimento diário de água para menos de um copo por pessoa e a temperatura interna da nave foi reduzida para perto de 4 °C. A falta de oxigênio havia sido reparada, mas a respiração continuava a preocupar: os homens poderiam morrer sufocados pelo próprio gás carbônico que expeliam dos pulmões. O módulo tinha sido planejado para duas pessoas, não três, e os filtros do Aquarius não davam conta do recado. A saída era aproveitar os filtros do módulo Odissey, mas eles precisavam ser adaptados. Isso foi feito com o que se tinha à mão: fitas adesivas, papelão e sacos plásticos, que serviram para confeccionar um objeto apelidado de “caixa de correio”: um filtro improvisado.

Depois disso, começaram a pensar no obstáculo mais difícil: como voltar. Inverter o movimento da nave com a força dos jatos para colocá-la na direção da Terra era inviável. O combustível não era suficiente. A alternativa era colocar a nave numa trajetória de retorno livre. Ou seja: a Apollo daria uma volta na Lua e entraria numa órbita que a levaria à Terra. Houston decidiu que os foguetes do Aquarius seriam usados para a impulsão. Para executar essa manobra, normalmente, os astronautas checam a posição de estrelas. Mas, desde a explosão, a visão das estrelas estava impossibilitada pelos detritos que saíam da nave. O que será que Houston sugeriu e o que acontecerá com a Apollo 13 na volta para a Terra?! Quem assistir verá !!!

Elenco

Tom Hanks as Jim Lovell
Bill Paxton as Fred Haise
Kevin Bacon as John Swigert
Gary Sinise as Ken Mattingly
Ed Harris as Gene Kranz
Kathleen Quinlan as Marilyn Lovell
Mary Kate Schellhardt as Barbara Lovell
Emily Ann Lloyd as Susan Lovell
Miko Hughes as Jeffrey Lovell
Max Elliott Slade as Jay Lovell
Jean Speegle Howard as Blanch Lovell
Tracy Reiner as Mary Haise
David Andrews as Pete Conrad
Michele Little as Jane Conrad
Chris Ellis as Deke Slayton
Joe Spano as diretor da NASA
Clint Howard as Sy Liebergot
Bruce Wright as âncora
Ivan Allen as âncora
Jon Bruno as âncora


Indicações e Prêmios

Oscar 1996
Melhor Edição - Vencedor
Melhor Som - Vencedor
Melhor Filme - Indicado
Melhor Ator Coadjuvante (Ed Harris) - Indicado
Melhor Atriz Coadjuvante (Kathleen Quinlan) - Indicado
Melhor Roteiro Adaptado - Indicado
Melhor Trilha Sonora - Indicado
Melhor Direção de Arte - Indicado
Melhores Efeitos Especiais - Indicado

Globo de Ouro 1996
Melhor Filme-Drama - Indicado
Melhor Diretor (Ron Howard) - Indicado
Melhor ator coadjuvante (Ed Harris) - Indicado
Melhor Atriz Coadjuvante (Kathleen Quinlan) - Indicado

BAFTA 1996
Melhores Efeitos Especiais - Vencedor
Melhor Direção de Arte - Vencedor

Screen Actors Guild Awards 1996
Melhor Ator Coadjuvante (Ed Harris) - Vencedor
Melhor Elenco (K. Bacon, T. Hanks, Ed Harris, B. Paxton, K. Quinlan e G. Sinise) - Vencedor

Curiosidades

- O orçamento do filme foi de US$ 52 milhões de dólares e arrecadou US$ 355,23 milhões.

- A frase: "Houston, we have a problem here.", marcou um dos mais dramáticos momentos da história da exploração espacial. Ela vinha da nave Apollo 13, avariada próxima à Lua, com três astronautas a bordo. A mensagem era endereçada ao centro de operações da NASA, em Houston, nos Estados Unidos. Foi o início da heroica missão de trazer a nave de volta a Terra.

Trilha Sonora

"Waiting" - Santana
"Night Train" - James Brown
"Beyond the Sea (La Mer)" - Bobby Darin
"Groovin'" - The Rascals
"Somebody To Love" - Jefferson Airplane
"I Can See For Miles" - The Who
"Magic Carpet Ride" - Steppenwolf
"Purple Haze" - The Jimi Hendrix Experience
"Spirit In The Sky" - Norman Greenbaum
"Lemon Tree" - Trini López
"Honky Tonkin'" - Hank Williams
"Blue Moon" - The Mavericks

Ficha Técnica

Título no Brasil: Apollo 13: Do Desastre ao Triunfo
Título Original: Apollo 13
País de Origem: EUA 
País de Produção: EUA  
Gênero: Drama 
Tempo de Duração: 140 minutos
Ano de Lançamento: 1995
Cor: Color
Áudio: Inglês 5.1 Dolby Digital
Legendas: Inglês e Português
Tela: 16:9 Widescreen
Estúdio: Universal Pictures e Imagine Entertainment
Distribuição: Universal Pictures
Direção: Ron Howard
Roteiro: William Broyles Jr. e Al Reinert  
Edição: Daniel P. Hanley e Mike Hill  
História: Jim Lovell e Jeffrey Kluger
Direção de Arte: David J. Bomba e Bruce Alan Miller 
Direção de Fotografia: Dean Cundey 
Desenho de Produção: Michael Corenblith  
Decoração de Cenário: Merideth Boswell 
Elenco: Janet Hirshenson e Jane Jenkins    
Figurino: Rita Ryack
Maquiagem: Daniel C. Striepeke 
Música Original: James Horner    
Efeitos Sonoros: Stephen Hunter Flick 
Efeitos Especiais: John Palmer
Efeitos Visuais: Allen Cappuccilli
Produção: Brian Grazer

Co-Produção: Michael Bostick, Aldric La'aulli Porter e Louisa Velis
Produção Executiva: Todd Hallowell

quinta-feira, 5 de março de 2020

Lucy

© IMDb 

Filme com roteiro ambientado em um mundo aparentemente dominado pela máfia, gangues de rua, drogas, policiais corruptos e tecnologia. Nota 6 (0 a 10)

Sinopse

Lucy (Scarlett Johansson) é uma mulher americana de 25 anos que vive e estuda em Taipé, Taiwan. Lá, tempos depois, ela é obrigada a agir como "mula" de drogas de um homem com quem se relacionava havia pouco mais de uma semana, e cujo empregador é um chefe da máfia coreana e senhor de drogas, chamado Jang (Min-sik Choi). Lucy, sem tempo de reagir, é algemada à uma maleta e forçada a entregar a tal maleta para o Sr. Jang. Em seu interior há uma nova droga sintética chamada CPH4. 

Depois de ver seu "namorado" ser morto a tiros, ela é capturada, e um saco com a tal droga é cirurgicamente implantado em seu abdômen, e em mais outras três "mulas", que também vão transportar a droga para comercialização na Europa. Enquanto Lucy está em cativeiro, um de seus raptores tenta abusar dela, o que ela prontamente recusa. Enraivecido, o homem lhe dá um soco e depois chuta seu estômago quando ela cai no chão. Após três chutes, o saco com a droga acaba por se rasgar e libera parte de seu conteúdo no corpo de Lucy. Como resultado, ela gradativamente começa a adquirir capacidades físicas, mentais cada vez mais elevadas, como telepatia, telecinese, eletrocinese, absorção instantânea de conhecimento, capacidade de, aparentemente, fazer com que sua mente (ou consciência) viaje no tempo e, inclusive, a opção de não sentir dor ou outros desconfortos físicos ou emocionais, além de outras habilidades. Logo depois de adquirir os poderes ela mata seus raptores e foge.

Ao fugir do cativeiro, Lucy pega um táxi e acaba chegando no Hospital Geral Tri-Service, para que assim possam remover a bolsa de drogas de seu abdômen. O saco é removido com êxito, no entanto o médico conta a Lucy sobre o funcionamento e sobre a natureza volátil da droga, com base em uma substância que os fetos recebem durante o desenvolvimento no pré-natal, e seus efeitos colaterais destrutivos. Sentindo suas crescentes capacidades físicas e mentais cada vez maiores, Lucy retorna para o hotel do Sr. Jang, mata seus guarda-costas, e telepaticamente extrai de Jang a localização de todas as outras três mulas.

Em seu apartamento, Lucy começa a pesquisar na internet sobre sua condição e, durante suas pesquisas, ele acaba encontrando o contato de um cientista e médico conhecido como professor Samuel Norman (Morgan Freeman), cuja pesquisa pode ser a chave para salvá-la. Depois de Lucy falar com o professor e fornecer as provas claras de suas habilidades recém-desenvolvidas, ela voa para Paris e entra em contato com o capitão da polícia local, Pierre Del Rio (Amr Waked), para ajudá-la a encontrar os outros três pacotes da droga restantes. Durante a viagem de avião, seu corpo começa a se desintegrar quando suas células se desestabilizam depois de um simples gole de champanhe, o que tornou seu corpo inóspito para a reprodução celular. Somente consumindo mais CPH4 é que ela será capaz de impedir sua total desintegração. Seus poderes continuam a crescer, deixando-a capaz de incapacitar telepaticamente policiais armados e membros da quadrilha de traficantes da Coréia. Com a ajuda de Del Rio, Lucy recupera a droga e corre ao encontro do professor Norman, com quem ela se compromete a compartilhar tudo o que sabe até agora, depois que ele ressalta que o principal ponto da vida é transmitir conhecimento. Jang e a máfia também querem a droga e um tiroteio contra a polícia francesa se segue.

No laboratório da universidade onde Norman trabalha, Lucy discute a natureza do tempo e da vida e como a humanidade das pessoas distorce suas percepções. Por sua própria insistência, o conteúdo das outras três bolsas restantes é injetado nela por via venosa. Seu corpo começa, então, a se metamorfosear em uma substância negra que gradativamente se espalha sobre os computadores e todos os outros objetos do laboratório em busca de matéria e energia. Nesse ponto Lucy pretende transformá-los em uma forma não convencional da próxima geração de supercomputadores que irá conter todo o seu conhecimento sobre o universo. Nesse momento, sua consciência começa uma viagem através do espaço-tempo em direção ao passado, e acaba se encontrando com a ancestral mais antiga da humanidade, implícita como sendo Lucy, e toca a ponta de seu dedo indicador com ela. 

Será que ela Lucy conseguirá atingir os 100% de sua capacidade cerebral e o que acontecerá com o Sr. Jang?! Quem assistir verá !!!

Elenco

Scarlett Johansson as Lucy
Morgan Freeman as Samuel Norman
Min-sik Choi as Mr. Jang
Amr Waked as Pierre Del Rio
Julian Rhind-Tutt as The Limey
Pilou Asbaek as Richard
Analeigh Tipton as Caroline
Nicolas Phongpheth as Jii
Jan Oliver Schroeder as mula alemã
Luca Angeletti as mula italiana
Loïc Brabant as professor
Pierre Grammont as professor 
Pierre Poirot as professor 
Bertrand Quoniam as professor 
Pascal Loison as viciado em drogas
Pierre Gérard as médico no aeroporto
Frédéric Chau as gerente de cabine
Claire Tran as atendente de voo
Paul Chan as cirurgião de Taipei
Cédric Chevalme as policial Daniel
Alexis Rangheard as policial Robert

Indicações e Prêmios

Jupiter Award 2015
Melhor Atriz Internacional (Scarlett Johansson) - Indicado

MTV Movie + TV Awards 2015 
Melhor Performance Feminina (Scarlett Johansson) - Indicado

Curiosidades

- O orçamento do filme foi de US$ 40 milhões de dólares e arrecadou US$ 458,86 milhões.

- Angelina Jolie foi originalmente escalada como Lucy, mas desistiu do papel antes das filmagens.

Trilha Sonora

"Dancing in Nowhere" - Make the Girl Dance feat. Solange La Frange
"Nappes Cordes Animaux" - Guillaume Bouchateau
"Lucky Year" - Mark Forstater
"Streets of Canton" - Imade Saputra
"Mass No. 19 in D Minor, K.626 'Requiem': Introitus: 'Requiem Aeternam'" - Patrizia Pace, Waltraud Meier, Frank Lopardo, James Morris, Swedish Radio Choir, Stockholm Chamber Choir and Berliner Philharmoniker
"Back to You (Instrumental Version)" - Beck
"Single Barrel (Sling the Decks)" - The Crystal Method
"Sister Rust" - Damon Albarn
"God's Whisper" - Raury

Ficha Técnica

Título no Brasil: Lucy
Título Original: Lucy  
País de Origem: França
País de Produção: Taiwan / França / EUA
Gênero: Ação / Drama / Ficção Científica
Tempo de Duração: 89 minutos
Ano de Lançamento: 2014
Cor: Color
Áudio: Inglês 5.1 Dolby Digital
Legendas: Inglês e Português
Tela: 16:9 Widescreen
Estúdio: EuropaCorp, TF1 Films Production, Grive Productions e Universal Studios
Distribuição: Universal Pictures
Direção: Luc Besson
Roteiro: Luc Besson  
Edição: Julien Rey 
História: Luc Besson 
Direção de Arte: Gilles Boillot, Dominique Moisan, Stéphane Robuchon e T. Zemmour
Direção de Fotografia: Thierry Arbogast 
Desenho de Produção: Hugues Tissandier  
Decoração de Cenário: Illas Huang e Evelyne Tissandier
Elenco: Nathalie Cheron    
Figurino: Olivier Bériot
Maquiagem: Stéphane Robert
Música Original: Éric Serra   
Efeitos Sonoros: Guillaume Bouchateau 
Efeitos Especiais: Philippe Hubin
Efeitos Visuais: Kevin Berger e Richard Bluff
Produção: Virginie Besson-Silla

Co-Produção: No
Produção Executiva: Marc Shmuger